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Soluções de negociação de FX

Refinitiv: no centro da negociação de FX global

Descubra como o ecossistema de negociação de FX da Refinitiv é líder de mercado na arena de mercado de câmbio institucional. 

A Refinitiv possui um dos principais ecossistemas de negociação de FX no mundo, responsável por oferecer não somente locais de negociação eletrônica (onde compradores e vendedores podem se conectar), mas também uma linha de softwares que abrangem desde dados analíticos pré-negociação e análise de notícias até a emissão de relatórios regulatórios pós-negociação e rastreamento de transações.

Capítulo Um

Mercados de câmbio transparentes

No fim de janeiro de 2020, o Banco Central da Guiné entrou em contato com a Refinitiv. Esse banco africano já vinha trabalhando de perto com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para acelerar reformas econômicas, e, como parte dos requisitos para financiamento, era necessário aumentar a transparência dos seus mercados de câmbio (FX). Até então, a maioria das negociações cambiais eram realizadas manualmente e, em grande parte, de modo offline, o que levava a uma opacidade das transações realizadas e a uma incerteza quanto à precificação dessas transações.

A Refinitiv possui um dos principais ecossistemas de negociação de FX no mundo, responsável por oferecer não somente locais de negociação eletrônica (onde compradores e vendedores podem se conectar), mas também uma linha de softwares que abrangem desde dados analíticos pré-negociação e análise de notícias até a emissão de relatórios regulatórios pós-negociação e rastreamento de transações.

O Banco Central da Guiné precisava eletronificar o processo de negociação de câmbio, ou seja, uma forma de conduzir essas negociações de maneira eletrônica e, consequentemente, mais transparente. A eletronificação significa não apenas a digitalização desses fluxos de trabalho reais, mas também a aceleração e o aumento da eficiência e transparência. Com mercados cambiais eletronificados, os traders podem negociar milhares de tickets por dia de modo online, auxiliados pela automatização dos fluxos de trabalho, que usam algoritmos que garantem conformidade regulatória em cada etapa na negociação.

Impulsionada ainda mais pela pandemia de COVID-19, que eclodiu em março de 2020, e pela resultante aceleração do ambiente online, a necessidade de eletronificação nunca foi tão grande. Na Nova Guiné, a Refinitiv implementou a plataforma FX Trading, proporcionando ao mercado local acesso a mais liquidez e a uma gama de ferramentas automatizadas para geração de relatórios de negociação. Além disso, a Refinitiv implementou também o Auctions, um software que possibilita visualização em tempo real dos lances feitos. Essa foi uma colaboração inestimável que possibilitou à Nova Guiné atender às reformas e aos requisitos de financiamento do FMI, isso sem mencionar o aumento da resiliência, eficiência e transparência dos processos cambiais no fluxo de trabalho. 

Capítulo Dois

Um ecossistema interconectado

Em essência, o conceito de mercado de câmbio é simples: você compra uma moeda e paga por ela em outra moeda, a uma determinada taxa, e a liquidez para esse câmbio é fornecida pelos bancos. Essa dinâmica tem a função econômica de facilitar negociações e pagamentos em todo o mundo. Qualquer empresa que precise comprar equipamentos, financiar instalações ou pagar funcionários em diferentes partes do mundo, fundamentalmente depende do mercado de câmbio para manter as operações. 

Hoje em dia, esse conceito simples rege um ecossistema complexo que, por meio da eletronificação, conecta uma enorme quantidade de agentes, desde os maiores bancos do mundo até os traders individuais que trabalham sozinhos nos mercados em desenvolvimento. Desde os órgãos regulamentadores internacionais até os fornecedores de infraestrutura, como a Refinitiv. Esse ecossistema constitui um mercado que, durante as últimas três décadas, cresceu a ponto de se tornar um dos maiores setores da economia mundial, com negociações diárias totalizando US$ 6,6 trilhões. Por trás dessa evolução, está uma empresa que revolucionou muitos desses avanços inovadores: a Refinitiv. 

Em 1981, em uma época em que todos os negócios do mercado de câmbio eram conduzidos por telefone, a Refinitiv (então chamada de Thomson Reuters) foi a primeira a permitir que os traders fizessem algo inédito até então: comunicar-se por mensagens eletrônicas. A empresa lançou um software chamado Reuters Dealing System, que podia ser acessado por assinantes do terminal de informações financeiras da Reuters (que então era onipresente em bancos e bolsas) para que se conectassem a outros traders do mercado de câmbio no mundo todo e negociassem ou confirmassem transações por meio de mensagens eletrônicas. “Esta era a beleza do Dealing: ele foi o primeiro sistema que possibilitou aos traders passar da conversa para a notificação eletrônica da negociação, que seria, então, capturada por meio de um ticket automatizado e enviada ao back-office para confirmação”, explica Bart Joris, Head of FX Sell-Side na Refinitiv. “Isso transformou os mercados.” 

Onze anos depois, a Reuters lançou outro mecanismo revolucionário com a plataforma de negociação: o Matching. Joris explica que “quando os bancos faziam descobertas de preço, precisavam ligar para todo mundo para saber se havia interesse. Então, pensamos na possibilidade de criar uma plataforma eletrônica onde os bancos pudessem demonstrar o interesse a todos, dar um lance e fazer uma oferta na tela”. O Matching é o principal local de mercado primário que conecta bancos e instituições de trading de alta frequência.

A partir disso, a progressão natural levou ao desenvolvimento de outra plataforma que, por sua vez, conectava vendedores a clientes, um local de negociação terceirizado onde os clientes poderiam encontrar bancos e realizar negócios. “Antigamente, era preciso telefonar incontáveis vezes para diversos bancos para obter diferentes preços em uma única negociação”, conta Neil Penney, Group Head of FX na LSEG. “Criamos uma realidade em que os preços seriam divulgados eletronicamente, e bastava clicar no melhor preço.” 

O FXall fez a sua primeira transação em maio de 2001. Hoje, é a principal plataforma de conexão dealer/cliente, interligando mais de 2.400 clientes a cerca de 200 bancos e 500 pares de moeda. O Matching, por sua vez, ainda é considerado o que chamamos de um mercado primário, já que os dados de negociação produzidos por ele também são usados por todo o setor como benchmark para as transações do mercado de câmbio. “Além de ser apenas um lugar onde compradores e vendedores se encontram, ele é universalmente reconhecido como a fonte confiável onde muitos pares de moedas no mundo todo são negociados”, explica Penney. “É um lugar onde são gerados dados muito valiosos que são importados aos benchmarks regulamentados do setor, e que é usado pelos bancos para divulgar preços aos clientes”. E o Dealing, que recentemente completou 40 anos de existência, permanece amplamente usado nos mercados em desenvolvimento da África e do Oriente Médio, onde ele ainda é a principal plataforma de negociação eletrônica. “Sempre pergunto às pessoas, ‘Quantos produtos de software com mais de 40 anos de existência vocês ainda usam?’”, diz Penney. “E a resposta é ‘nenhum’.”

Capítulo Três

Plataformas de negociação de FX líderes globais

Hoje em dia, os locais eletrônicos da Refinitiv processam cerca de US$ 460 bilhões em negociações diariamente. Eles conectam mais de 200 bancos internacionais a mais de 2.400 clientes, dentre os quais estão as principais empresas globais de todos os setores, operando em 130 países no mundo todo. Isso faz da Refinitiv o maior ecossistema de plataformas de negociação de FX no mundo. 

Em maio de 2021, depois da aquisição da Refinitiv pelo London Stock Exchange Group, um dos primeiros investimentos feitos envolveu o início da migração dos locais de negociação de FX do grupo, o Matching e o FXall, para o software de negociação eletrônica Millenium Exchange, que viabiliza as operações das instalações de negociação da Bolsa de Valores de Londres. Essa migração vai, por exemplo, acelerar o processamento dos pedidos eletrônicos para deixá-los com latências inferiores a um milésimo de segundo. Também vai permitir que os traders usem painéis analíticos de dados avançados e novas ferramentas de fluxo de trabalho que incorporam estratégias de negociação mais sofisticadas, como a criação de um algoritmo baseado em regras com o qual as negociações possam ser executadas automaticamente a certos preços, ou que os pedidos possam ser divididos em diferentes fornecedores e métodos de execução.

Para a Refinitiv, essa ênfase nos fluxos de trabalho é uma parte fundamental do seu ecossistema de mercado de câmbio e, juntamente com um acesso profundo a bolsas e liquidez, é essencial para ajudar os traders a trabalhar com locais de negociação como o FXall e Matching. “Podemos conectar um cliente a qualquer banco no mundo porque temos acesso a essa liquidez. Porém, se você tem acesso a essa liquidez, mas não tem o fluxo de trabalho, então não estará criando a eficiência que o cliente procura”, afirma Joris. “Essa é a nossa especialidade, é isso que fazemos bem. Isso é o que chamamos de eletronificação do fluxo de trabalho.”

Na equação dos mercados de câmbio, existe um terceiro elemento, além dos locais de negociação e das ferramentas de fluxo de trabalho: a regulamentação. “Como consequência da crise financeira global de 2008, as relações entre bancos e setor público ficaram mais abaladas do que nunca”, afirma Penney. “Tivemos que injetar mais estrutura e segurança no setor.” Em 2014, um comitê composto por representantes dos setores público e privado, além de bancos centrais e comerciais, iniciou a compilação de um código de conduta baseado em princípios para orientar o modo como o mercado de câmbio deveria operar, chamado de Código global do mercado de câmbio (FX Global Code). A primeira versão foi lançada em 2017. “O mundo ficou extremamente complicado após a crise financeira, e as pessoas precisavam de ajuda”, afirma Penney, que é também vice-presidente do Comitê para o Código global do mercado de câmbio. “As instituições de menor porte não têm em seu quadro de funcionários advogados e especialistas em regulamentações para ajudá-las. Elas contam com as pessoas em que confiam, e nós estamos aqui para isso.” 

O Código global do mercado de câmbio reflete dois requisitos fundamentais subjacentes a uma boa regulamentação: transparência e auditabilidade. “Antigamente, bastava fazer um bom trabalho e você podia se gabar de ser um trader excelente”, comenta Penney. “Hoje em dia, precisamos comprovar isso aos nossos gerentes, ao nosso diretor de compliance interna e, potencialmente, ao órgão regulador, com dados e trilhas de auditoria.” A maioria das recomendações do código reforça exatamente isso. Por exemplo, os participantes do mercado são incentivados a se comunicar somente por meios de comunicação aprovados que permitam rastreabilidade e registro dos dados. Os registros devem ser mantidos por no mínimo cinco anos, e as marcações de hora e data devem registrar as atividades em intervalos de milésimos de segundo. 

A Refinitiv oferece software de pós-negociação que se conecta diretamente a plataformas de locais de negociação e a ferramentas de fluxo de trabalho para garantir que toda a negociação atenda a essas recomendações. Por exemplo, ano passado, em parceria com a Global Relay, a empresa lançou o Refinitiv Compliance Archive, que consegue analisar e gerar relatórios de todas as mensagens de negociações trocadas em mais de 50 ferramentas, como Microsoft Teams, Eikon Messenger, LinkedIn, mídias sociais e chamadas de voz, entre outros. “Antigamente, quando algo dava errado, entrávamos em uma sala com o RH, e o diretor de compliance ouvia as gravações para verificar se algum erro havia sido cometido. Hoje, é diferente: basta definir os perímetros das ferramentas de comunicação autorizadas, registrar nos arquivos e monitorar proativamente o que está acontecendo”, explica Vince Dimase, Director of Global Sales Strategy and Execution. 

Em agosto de 2021, depois de uma análise que levou três anos, a segunda versão do Código global de mercado de câmbio foi lançada. “Se nunca for atualizado, acaba ficando obsoleto”, afirma Penney. “Se o código permanece inalterado enquanto o mercado evolui, de repente ele fica extremamente desatualizado.” De fato, o maior impulsionador dessa evolução tem sido a regulamentação em si, já que a eletronificação não é somente a melhor forma de fornecer negociação mais rápida e eficiente, mas também de demonstrar transparência e auditoria. “Quando tudo é criado eletronicamente, temos acesso a tudo: qual foi o preço, o lugar, o modo, a data, o intervalo das respostas, a razão pela recusa etc.”, explica Goraieb.

 É aqui que o ecossistema de mercado de câmbio da Refinitiv fecha o ciclo. Segundo Joris, “começamos com os locais de negociação, onde os traders se conectam por meio de diferentes fluxos de trabalho para realizar as negociações. Depois, os relatórios normativos extraem os dados dessas negociações. Esses dados impulsionam novamente o ciclo de negócios de criação de preços, a distribuição, a negociação e a pós-negociação. É como um volante de inércia”. E essa interconectividade está integrada ao modo como a Refinitiv se desenvolve e inova. “Em vez de comprar cinco produtos diferentes de diversos fornecedores, os nossos clientes recebem serviço de ponta a ponta”, afirma Penney. “Somos mais do que apenas um fornecedor: somos parceiros.” 

Capítulo Quatro

Ecossistema de mercado de câmbio da Refinitiv

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